sábado, 22 de julho de 2017

Novo preço da gasolina . . .


Definitivamente estamos em um grande circo . . .

domingo, 9 de julho de 2017

Harley-Davidson: Rider Assistance é uma piada?


Se for piada, é de mau gosto, sem dúvida!

Hoje estáva fazendo um belíssimo dia de sol na República de Curitiba, provocando uma vontade incontrolável de rodar na nossa Heritage Softail, a Sunshine.

Passear de motocicleta em Curitiba aos domingos ou feriados é muito bacana. Com pouco trânsito, as belíssimas e frondosamente arborizadas avenidas e alamedas são uma fonte inesgotável de prazer em uma motocicleta.

Assim, saímos de casa com a intenção de rodar um pouco e depois ir almoçar no Paraguassú Grelhados, o que é sempre uma boa pedida num domingo de sol.

Mas, antes, eu tinha que deixar uma encomenda na casa de um amigo, distante cerca de 14 km da nossa casa.

Lá chegando, desliguei a Harley e coloquei a encomenda na caixa do correio, pois sabia que meu amigo não estaria em casa. Ao dar a partida, surpresa: a bateria não conseguia girar o motor de arranque! Achei muito estranho, pois ao dar a partida em casa, funcionou perfeito, como sempre.

Fiz algumas tentativas, intercaladas com um espaço de tempo, e nada! Bom, decidi que era a hora de acionar o Rider Assistance e liguei para o 0-800-13-1854 para pedir ajuda.

A atendente solicitou o número da placa, que foi informado. Depois de alguns minutos de espera, ela retornou dizendo que não conseguia achar a minha Heritage no sistema e pediu o número do chassi, que foi fornecido. Passaram vários minutos e a atendente voltou pedindo para confirmar o número do chassi, o que foi feito. Outros minutos mais se passaram e nada.

Neste meio tempo, um taxista parou ao nosso lado e perguntou se precisávamos de ajuda. Eu já havia retirado o banco e a bateria estava à mostra. Respondi que estava com problema na bateria e ele se prontificou a nos ajudar, dizendo que tinha um cabo para fazer a conexão com a bateria do seu carro.

Foi aí que a atendente do Rider Assistance voltou, dizendo que minha garantia estava expirada desde março e, por causa disto, não poderia nos ajudar. Argumentei com ela que a motocicleta havia sido adquirida, 0Km, em fevereiro de 2016 e com a garantia de 2 anos ainda em efeito. De nada adiantou o meu argumento, ela afirmava que a garantia já havia acabado. Enquanto eu tentava argumentar mais, a ligação caiu.

Bom, fizemos a conexão entre as duas baterias, acionei a partida e o motor pegou na hora.

Graças a um solidário taxista de Curitiba, a motocicleta produzida pela empresa que está prestes a completar 115 anos, voltou à vida e nos permitiu regressar à casa.

Se dependesse do Rider Assistance, eu estaria lá, ainda!

Claro, amanhã vou apresentar minha reclamação à Harley-Davidson do Brasil.

Mas, para todos os fins práticos, foi como se eu tivesse comprado uma motocicleta xingilingue e não uma máquina produzida pela lenda.

É como se diz, nada pode ser tão ruim que não possa piorar. O pós-venda da HD do B é uma prova concreta disto.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Harley-Davidson: novidades na linha Softail em 2018?


Há muitos rumores no mercado sobre mudanças significativas na linha Softail para 2018.

Meus contatos ainda não informaram nada de concreto, mas me permito alguns especulações
  • Motorização com o Milwaukee-Eight - é o mais lógico. Da mesma forma como ocorreu nos motores anteriores, equipar a linha Softail com o M-8 de 107 polegadas cúbicas faz todo sentido.
  • Embreagem hidráulica: baseado no meus testes na Ultra Limited e na Street Glide, espero que não seja verdade, mas também faz sentido, pela redução no custo de produção: quantos mais modelos tiverem esta embreagem, menor o custo individual de produção para a HDMC.
O Dan Morel comentou no Facebook que "o mais concreto até o momento é a unificação dos frames em uma plataforma única."

Qualquer outra consideração é pura especulação. Temos de esperar agosto, quando a linha 2018 será divulgada, para sabermos mais.

Estou curioso!

Harley-Davidson Brasil com preços reduzidos



Navegando em mares de baixa demanda, a Harley-Davidson do Brasil oferece descontos e juros baixos na venda financiada de alguns modelos, durante o mês de julho.

Veja as ofertas:


A Softail® Deluxe tem preço reduzido de R$ 65,9 mil por R$ 61,9 mil, com valorização de R$ 5 mil em uma seminova dada como parte de pagamento.
O negócio conta com taxa de 0,99% ao mês com 40% de entrada em 36 vezes. 


A Fat Boy® é oferecida com a taxa de 0,99% ao mês, 40% de entrada e o saldo em até 36 vezes, com o preço diminuindo de R$ 65,4 mil para R$ 63,4 mil e também com valorização de R$ 5 mil em qualquer seminova.
A recém-chegada da família Sportster, a Roadster® é o mais novo membro da linha Dark Custom™ e é oferecida de R$ 48,6 mil por R$ 44,6 mil, com taxa de 0,99% ao mês, entrada de 30% e saldo em até 48 parcelas, com valorização de R$ 3 mil em qualquer seminova.

Confira as ofertas visitando sua concessionária preferida.

sábado, 1 de julho de 2017

H.O.G. The One Curitiba Chapter e os números do primeiro trimestre.


O H.O.G. The One Curitiba Chapter é um dos mais ativos do país. É impressionante o resultado.

Seria muito bom se os demais H.O.Gs também divulgassem os números de suas atividades e, no final do ano, pudéssemos ter um relatório total dos eventos e passeios do H.O.G. no Brasil.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Harley-Davidson quer comprar a Ducati


A Harley-Davidson Motor Company está preparando uma proposta para comprar a Ducati, a famosa fabricante italiana de motocicletas de alto desempenho. O negócio é estimado em US$1,67 bilhão.

O fabricante indiano Bajaj Auto e vários fundos de investimentos também vão fazer ofertas pela Ducati, que foi colocada à venda pela Volkswagen.

A Motor Company contratou os serviços do banco Goldman Sachs para preparar sua proposta, que deverá ser anunciada em julho.

A Volkswagen, cuja divisão Audi controla a Ducati, contratou o banco de investimentos  Evercore para cuidar do negócio.

Sediada na cidade de Bologna, no norte da Itália, a Ducati é também alvo dos fundos “private equity” KKR, Bain Capital e Permira, que também preparam suas propostas, segundo noticiado na mídia especializada.

Ducati Superbike Panigali R
A Ducati foi fundada em 1926 como uma fabricante de válvulas a vácuo e outros componentes para rádios. A fábrica na Bologna não interrompeu sua produção durante a Segunda Guerra Mundial, apesar de ter sido alvo de vários bombardeios. 

A Ducati já venceu o Campeonato mundial de Superbikes 14 vezes.

Veja mais aqui.

A Indian se explica



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Indian Motorcycles interrompe produção em Manaus

Indian Roadmaster Classic 2017
A produção das motocicletas Indian foi suspensa em maio e permanece parada, sem previsão de retomada. A empresa atribuiu o problema a estoques elevados de todos os modelos em razão do cenário econômico.

“Até que esta situação se normalize não se faz necessária a montagem de mais unidades”, alega a empresa.

Desde o segundo semestre de 2015 até o fim de abril deste ano a Indian montou no Brasil 808 motocicletas, mas os emplacamentos de lá para cá atingiram somente 583 unidades. Essa diferença de 225 motos supera todos os licenciamentos da Indian em 2017 (apenas 158 unidades).

De acordo com a Polaris, que detém os direitos de produção e venda da Indian, as concessionárias (cinco ao todo) continuam abertas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis e Goiânia. 

Indian Scout 2017
De janeiro a maio foram emplacadas no Brasil 158 motocicletas da marca. A mais acessível (e também a mais vendida no País) é a Scout, com motor de 1133 cc e preço sugerido de R$ R$ 49.990. A topo de linha Roadmaster, com 1800 cc, sai por R$ 104.990.

As Indian são produzidas em Manaus na linha de montagem da Dafra.