sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Harley-Davidson: confirmados os motores Milwaukee-Eight nas Dyna e Softail


Vazou a informação, antecipada aqui, de que a linha 2018 da Harley-Davidson vai contemplar o motor Milwaukee-Eight em todos os modelos das famílias Softail e Dyna.

Os modelos 2018 terão três versões dos motores M-8. A versão básica tem 92hp, 1746cc e o nome 107, marcando a capacidade cúbica em polegadas gravado. Mas terá, também uma versão de “114” com 1868cc e 101hp, além do derivativo “117”, com 105hp e 1923cc.

As motocicletas Dyna e Softail usam atualmente o Twin-Cam 103, de 1688cc e seu derivativo 110, com 1802cc na versão CVO. Todas receberão os motores M-8, a maioria com a versão 107. Isto inclui a Breakout, Deluxe, Fat Boy, Heritage Softail Classic, Low Rider, Softail Slim, Street Bob e Fat Bob.

Ainda nas famílias Softail e Dyna, a Motor Company agregou a linha “S-Series” para o próximo ano. Estas serão uma versão de alto desempenho em vários modelos. Atualmente a HDMC tem três motocicletas na “S-Series”: a Low Rider S, a Softail Slim S e a Fat Boy S. Para o próximo catálogo foram acrescentadas a Breakout S e a Heritage Classic S. Estes modelos receberão a versão “114” do Milwaukee-Eight. Um novo modelo adicional, a Fat Bob 114, também usará este motor.

As motocicletas nas versões CVO serão as únicas equipadas com o motor M-8 de 117 cu.in (1923cc).

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Harley-Davidson lança nova campanha global


"All for Freedom, Freedom for all" celebra a individualidade de adeptos do motociclismo e também de não motociclistas

Desde 1903, a Harley-Davidson constrói motocicletas por uma razão: realizar os sonhos de liberdade pessoal de seus clientes e entusiastas da marca. Lançada mundialmente hoje, a nova plataforma da Harley-Davidson Motor Company – "All for Freedom, Freedom for All" – comemora o legado duradouro da H-D e o sentimento de liberdade que une todos. Com foco na busca universal da independência, da autenticidade e do sentimento de “estrada livre”, o novo projeto é um convite aberto aos pilotos e não pilotos em todo o mundo para abraçarem sua individualidade.

A nova plataforma global ganha vida por meio de vídeos de 30 e 90 segundos, cujo conteúdo abrange gravações e informações geradas pelos usuários. Nesse canal criativo, a Harley-Davidson compartilha momentos já vividos ou atuais, de todas as viagens realizadas, cujos momentos foram capturados por pilotos nas estradas.

“’All for Freedom, Freedom For All’ é parte de nossa estratégia global para os próximos 10 anos, com o intuito de construir as próximas gerações de pilotos da Harley-Davidson", ressalta Sean Cummings, vice-presidente sênior global da Harley-Davidson Motor Company. "Como líderes em nosso mercado, temos a missão de desenvolver o motociclismo como esporte e de forma global. Para atingir esse objetivo ambicioso, precisamos aumentar a relevância da nossa marca e inspirar novos pilotos a experimentarem a mesma liberdade que todos os proprietários de H-D sentem a bordo de nossos modelos. Este novo projeto comemora a paixão, a liberdade e a atração emocional de quando se está na estrada".

Para iniciar as divulgações sobre as emoções sentidas ao pilotar, a Harley-Davidson está convocando seus clientes, influenciadores, sua rede de concessionários e todos os seus funcionários, por meio de suas redes sociais, para publicar imagens, vídeos e histórias sobre o motivo de aceitarem o convite da "estrada livre" usando a hashtag #FindYourFreedom.

Mais informações estão disponíveis no site da marca no Brasil e o vídeo de lançamento da campanha também pode ser assistido em nossa homepage: www.h-d.com.br e em nossa página oficial no Facebook, através do link: fb.com/harleydavidsondobrasil/videos/1628464063854901/. É possível acompanhar todas as postagens nas redes sociais como Twitter, Instagram e Facebook, procurando pela hashtag #FindYourFreedom.

O primeiro vídeo vinculado pode ser visto aqui:

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Fonte: Harley-Davidson Brasil

Um Dry Gin feito com peças de Harley-Davidson


The Archaeologist Gin
É impressionante a quantidade de coisas que fazem com partes e peças de motocicletas Harley-Davidson.

Um harleyro de Hamburg, Alemanha, que segundo suas próprias palavras foi infectado pelo “vírus incurável da febre Halrey-Davidson” aos 17 anos, inventou e está produzindo comercialmente um gin com peças da icônica marca de motocicletas.

Este é o The Archaeologist, o primeiro gin misturado com peças históricas de motocicletas H-D.
Uwe Ehinger, um restaurador e customizador de motocicletas, criou o The Archaeologist como um tributo à cultura do motociclismo. Toda vez que ele descobria uma Harley-Davidson antiga, usava uma bebida destilada para preservar as peças com o “espírito da velha máquina”. Assim nasceu o The Archaeologist.

O Dry Gin, conhecido nos países de língua portuguesa como ginebra ou genebra (do francês genièvre), é produzido com as bagas do zimbro, designação comum dada às pinhas modificadas produzidas por diversas espécies do gênero Juniperus.

Juniperus Communis
O gin, como bebida, tem seus registros datados do final do século 16 e acredita-se ter sido inventado em Antwerp, nos Países Baixos.

Variedades de gin à venda em uma loja de bebidas
Este gin premium não tem partes e peças de Harley-Davidson realmente colocado em infusão, durante o processo de preparação da bebida. 
Na realidade, as peças são limpas e seladas com uma camada de liga de estanho que faz com que sejam totalmente estéreis para ficar dentro das garrafas do produto, com garantia de não alterar o gosto da bebida. Cada garrafa é vendida com um rótulo onde consta até o número de série da motocicleta de onde foi retirada a peça.



A edição limitada do Archaeologist Gin vem em três variações: 1939 Flathead, 1947 Knucklehead e 1962 Panhead. Cada garrafa custa até US$1.280,00.

Veja o vídeo abaixo para descobrir mais sobre a história e o processo de manufatura desta bebida:

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Harley-Davidson navegando em mares turbulentos na Índia

Motociclistas em um evento do HOG, na Índia
A Harley-Davidson entrou no mercado da Índia em grande estilo em 2009, mas tem enfrentado mares turbulentos, recentemente. Vários executivos deixaram a empresa, incluindo o CEO.

Nos últimos 18 meses, metade dos executivos em posição de alta gerência trocaram a HD por outras empresas. O ex-CEO, Vickram Powah, pediu demissão no início do ano para trabalhar na BMW India. Ficou no cargo pouco mais de um ano.

Os chefes de Vendas, Marketing e Desenvolvimento de Concessionárias também deixaram a HDMC para trabalhar em outras empresas. A Harley teve dois diretores de vendas nos últimos meses e ambos pediram demissão. O diretor financeiro teve que assumir a posição de Executivo Principal na Índia, além de acumular a função de Vendas.

No quesito vendas, a Harley-Davidson India está enfrentando mares tempestuosos, para dizer o mínimo. No seguimento acima de 500cc, a Motor Company caiu para 46% de mercado, depois de ter a primazia de 92% até algum tempo atrás.

A concorrência está acirrada para motocicletas acima de 500cc na Índia, com a Triumph e a India Motorcycle ocupando posições cada vez mais elevadas no mercado.

Outro grande problema são as reclamações de proprietários de motocicletas Harley-Davidson, um problema bem familiar para os Harleyros no Brasil. Lá, como aqui, a Harley-Davidson Motor Company terá que mudar sua atitude, para continuar no jogo.

That's me!


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Harley-Davidson da Bahia fecha as portas


COMUNICADO HARLEY-DAVIDSON E CONCESSIONÁRIA BAHIA HARLEY-DAVIDSON AOS SEUS CLIENTES

A Harley-Davidson e a Concessionária Bahia Harley-Davidson informam aos seus clientes que a partir de 11/08/2107, inclusive, a Bahia Harley-Davidson encerrará as suas atividades como distribuidora autorizada da marca na região de Salvador/BA, sendo certo que todos os serviços eventualmente pendentes, inclusive a entrega de motos adquiridas, serão finalizados até a referida data.
  
A Harley-Davidson esclarece que já está em processo de nomeação de um novo parceiro local, com nível de excelência e que atenderá aos padrões mundiais da marca.

Durante esse curto período, as concessionárias BH H-D, Vitória H-D e Newroad H-D darão todo o suporte aos clientes da região, evitando-se, assim, qualquer dissolução de continuidade na prestação dos serviços. As mencionadas concessionárias estão totalmente habilitadas a efetuar revisões, serviços em garantia e assistência técnica em geral.  

Em havendo necessidade de informações adicionais, o cliente poderá entrar em contato com a Harley-Davidson pelo telefone 08007241188 ou pelo e-mail sac@harley-davidson.com.br
  
Agradecemos a todos os clientes por seu apoio e fidelidade à marca, especialmente aos membros do H.O.G. (Harley Owners Group), que têm mantido a sua paixão e compromisso com a marca.

Harley-Davidson do Brasil e Concessionária Bahia Harley-Davidson

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Harley-Davidson: Rider Assistance é uma piada? Epílogo


Bom, vamos ver como se encerrou o assunto desta postagem:

  1. O problema apresentado não era, com certeza, com a bateria da motocicleta. Já se passaram 3 semanas e a bateria continua com plena carga, no uso normal que faço da motocicleta.
  2. Por precaução, troquei a pilha do controle remoto (key fob), pois a motocicleta apresentou sinais de acionamento do alarme (luzes de emergência piscando), quando cheguei em casa.
Com relação à recusa do atendimento por parte do Rider Assistance, a história foi mais longa. 

Inicialmente fiz uma mensagem para o SAC da Harley-Davidson do Brasil, relatando o ocorrido.
No dia seguinte um email da HD do B solicitou de qual número eu havia feito o pedido de assistência.
Posteriormente, recebi outra mensagem dizendo que o prestador terceirizado do Rider Assistance não conseguia "encontrar" a minha chamada. Por sorte, fiz a ligação pelo meu celular e tinha a chamada registrada com dia, hora e duração. Fiz uma captura de tela e enviei ao SAC.

Dias depois, recebi uma ligação telefônica da HD do B - não se dignaram a responder por email - pedindo desculpas, afirmando que a pessoa que me atendeu não conseguiu entrar no cadastro da minha motocicleta e dizendo que haviam registrado uma reclamação com a "diretoria do prestador do serviço." 

Perguntei, então, ao funcionário da HD do B, qual seria a compensação que eu receberia pelo mal atendimento. Resposta: eu poderia contar com o Rider Assistance até o final da garantia!!! 

Ou seja: coisa nenhuma, já que isto já é um direito adquirido ao comprar a motocicleta nova!

Então, fica combinado assim:
  • A HD do B contrata um prestador de serviço meia-boca que não dá treinamento correto a seus funcionários.
  • O harleyro fica sem atendimento.
  • A HD do B faz uma "reclamação" com a diretoria ....
  • Todo mundo fica feliz, com seu emprego garantido e o cliente que se dane!
Sem dúvida nenhuma no Brasil o harleyro é, antes de tudo, um forte. Afinal, para aguentar o péssimo serviço de pós-venda, o camarada tem que ter muita força na sua paixão pela marca.

A Benetton também quer a Ducati?


E os rumores continuam fervendo no mundo das duas rodas sobre a possível venda da Ducati Motors, atualmente nas mão da Audi.

Os tempos são bicudos para as motocicletas de grande porte. A venda de motocicletas está ligeiramente favorável somente no Extremo Oriente e assim mesmo para motocicletas e motonetas de pequeno porte, de preços baixos e de manutenção rápida e econômica. Pouca gente esta comprando super-bikes com motores e sistemas sofisticados que necessitam manutenção por mecânicos altamente qualificados, em oficinas que mais parecem centros cirúrgicos.

Apesar disto, a imagem da Ducati tem crescido vertiginosamente nos últimos anos e vários investidores institucionais tem demonstrado interesse na sua compra. Entre eles a líder mundial em motocicletas acima de 600 cc, Harley-Davidson, e o formidável conglomerado indiano Bajaj, além de uma companhia chinesa ainda não identificada.

Agora, os rumores esquentaram de vez sobre um grande investidor italiano, disposto a assinar um cheque de 1,2 bilhão de Euros pela Ducati: nada mais que a Benetton, a grande empresa de moda, conhecida por seus comerciais polêmicos e por ter sido a dona da equipe de Fórmula Um que proporcionou a Michael Schumacher seu primeiro campeonato mundial de F1.



Como sempre, ninguém em Borgo Panigale quer comentar sobre estes rumores. Até por que não adianta. O assunto será decidido em Ingolstadt, onde fica a matriz da Audi. E pode até acontecer da Audi decidir não vender a Ducati, no final das contas. Afinal ela é uma das poucas montadoras de super-bikes com resultados lucrativos.

Para os italianos, a compra da Ducati pela Benetton seria a melhor notícia, é claro. A Benetton é extremamente saudável financeiramente e manteria o patriotismo italiano vivo e saudável no mundo do motociclismo.

domingo, 9 de julho de 2017

Harley-Davidson: Rider Assistance é uma piada?


Se for piada, é de mau gosto, sem dúvida!

Hoje estáva fazendo um belíssimo dia de sol na República de Curitiba, provocando uma vontade incontrolável de rodar na nossa Heritage Softail, a Sunshine.

Passear de motocicleta em Curitiba aos domingos ou feriados é muito bacana. Com pouco trânsito, as belíssimas e frondosamente arborizadas avenidas e alamedas são uma fonte inesgotável de prazer em uma motocicleta.

Assim, saímos de casa com a intenção de rodar um pouco e depois ir almoçar no Paraguassú Grelhados, o que é sempre uma boa pedida num domingo de sol.

Mas, antes, eu tinha que deixar uma encomenda na casa de um amigo, distante cerca de 14 km da nossa casa.

Lá chegando, desliguei a Harley e coloquei a encomenda na caixa do correio, pois sabia que meu amigo não estaria em casa. Ao dar a partida, surpresa: a bateria não conseguia girar o motor de arranque! Achei muito estranho, pois ao dar a partida em casa, funcionou perfeito, como sempre.

Fiz algumas tentativas, intercaladas com um espaço de tempo, e nada! Bom, decidi que era a hora de acionar o Rider Assistance e liguei para o 0-800-13-1854 para pedir ajuda.

A atendente solicitou o número da placa, que foi informado. Depois de alguns minutos de espera, ela retornou dizendo que não conseguia achar a minha Heritage no sistema e pediu o número do chassi, que foi fornecido. Passaram vários minutos e a atendente voltou pedindo para confirmar o número do chassi, o que foi feito. Outros minutos mais se passaram e nada.

Neste meio tempo, um taxista parou ao nosso lado e perguntou se precisávamos de ajuda. Eu já havia retirado o banco e a bateria estava à mostra. Respondi que estava com problema na bateria e ele se prontificou a nos ajudar, dizendo que tinha um cabo para fazer a conexão com a bateria do seu carro.

Foi aí que a atendente do Rider Assistance voltou, dizendo que minha garantia estava expirada desde março e, por causa disto, não poderia nos ajudar. Argumentei com ela que a motocicleta havia sido adquirida, 0Km, em fevereiro de 2016 e com a garantia de 2 anos ainda em efeito. De nada adiantou o meu argumento, ela afirmava que a garantia já havia acabado. Enquanto eu tentava argumentar mais, a ligação caiu.

Bom, fizemos a conexão entre as duas baterias, acionei a partida e o motor pegou na hora.

Graças a um solidário taxista de Curitiba, a motocicleta produzida pela empresa que está prestes a completar 115 anos, voltou à vida e nos permitiu regressar à casa.

Se dependesse do Rider Assistance, eu estaria lá, ainda!

Claro, amanhã vou apresentar minha reclamação à Harley-Davidson do Brasil.

Mas, para todos os fins práticos, foi como se eu tivesse comprado uma motocicleta xingilingue e não uma máquina produzida pela lenda.

É como se diz, nada pode ser tão ruim que não possa piorar. O pós-venda da HD do B é uma prova concreta disto.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Harley-Davidson: novidades na linha Softail em 2018?


Há muitos rumores no mercado sobre mudanças significativas na linha Softail para 2018.

Meus contatos ainda não informaram nada de concreto, mas me permito alguns especulações
  • Motorização com o Milwaukee-Eight - é o mais lógico. Da mesma forma como ocorreu nos motores anteriores, equipar a linha Softail com o M-8 de 107 polegadas cúbicas faz todo sentido.
  • Embreagem hidráulica: baseado no meus testes na Ultra Limited e na Street Glide, espero que não seja verdade, mas também faz sentido, pela redução no custo de produção: quantos mais modelos tiverem esta embreagem, menor o custo individual de produção para a HDMC.
O Dan Morel comentou no Facebook que "o mais concreto até o momento é a unificação dos frames em uma plataforma única."

Qualquer outra consideração é pura especulação. Temos de esperar agosto, quando a linha 2018 será divulgada, para sabermos mais.

Estou curioso!

Harley-Davidson Brasil com preços reduzidos



Navegando em mares de baixa demanda, a Harley-Davidson do Brasil oferece descontos e juros baixos na venda financiada de alguns modelos, durante o mês de julho.

Veja as ofertas:


A Softail® Deluxe tem preço reduzido de R$ 65,9 mil por R$ 61,9 mil, com valorização de R$ 5 mil em uma seminova dada como parte de pagamento.
O negócio conta com taxa de 0,99% ao mês com 40% de entrada em 36 vezes. 


A Fat Boy® é oferecida com a taxa de 0,99% ao mês, 40% de entrada e o saldo em até 36 vezes, com o preço diminuindo de R$ 65,4 mil para R$ 63,4 mil e também com valorização de R$ 5 mil em qualquer seminova.
A recém-chegada da família Sportster, a Roadster® é o mais novo membro da linha Dark Custom™ e é oferecida de R$ 48,6 mil por R$ 44,6 mil, com taxa de 0,99% ao mês, entrada de 30% e saldo em até 48 parcelas, com valorização de R$ 3 mil em qualquer seminova.

Confira as ofertas visitando sua concessionária preferida.

sábado, 1 de julho de 2017

H.O.G. The One Curitiba Chapter e os números do primeiro trimestre.


O H.O.G. The One Curitiba Chapter é um dos mais ativos do país. É impressionante o resultado.

Seria muito bom se os demais H.O.Gs também divulgassem os números de suas atividades e, no final do ano, pudéssemos ter um relatório total dos eventos e passeios do H.O.G. no Brasil.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Harley-Davidson quer comprar a Ducati


A Harley-Davidson Motor Company está preparando uma proposta para comprar a Ducati, a famosa fabricante italiana de motocicletas de alto desempenho. O negócio é estimado em US$1,67 bilhão.

O fabricante indiano Bajaj Auto e vários fundos de investimentos também vão fazer ofertas pela Ducati, que foi colocada à venda pela Volkswagen.

A Motor Company contratou os serviços do banco Goldman Sachs para preparar sua proposta, que deverá ser anunciada em julho.

A Volkswagen, cuja divisão Audi controla a Ducati, contratou o banco de investimentos  Evercore para cuidar do negócio.

Sediada na cidade de Bologna, no norte da Itália, a Ducati é também alvo dos fundos “private equity” KKR, Bain Capital e Permira, que também preparam suas propostas, segundo noticiado na mídia especializada.

Ducati Superbike Panigali R
A Ducati foi fundada em 1926 como uma fabricante de válvulas a vácuo e outros componentes para rádios. A fábrica na Bologna não interrompeu sua produção durante a Segunda Guerra Mundial, apesar de ter sido alvo de vários bombardeios. 

A Ducati já venceu o Campeonato mundial de Superbikes 14 vezes.

Veja mais aqui.

A Indian se explica



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Indian Motorcycles interrompe produção em Manaus

Indian Roadmaster Classic 2017
A produção das motocicletas Indian foi suspensa em maio e permanece parada, sem previsão de retomada. A empresa atribuiu o problema a estoques elevados de todos os modelos em razão do cenário econômico.

“Até que esta situação se normalize não se faz necessária a montagem de mais unidades”, alega a empresa.

Desde o segundo semestre de 2015 até o fim de abril deste ano a Indian montou no Brasil 808 motocicletas, mas os emplacamentos de lá para cá atingiram somente 583 unidades. Essa diferença de 225 motos supera todos os licenciamentos da Indian em 2017 (apenas 158 unidades).

De acordo com a Polaris, que detém os direitos de produção e venda da Indian, as concessionárias (cinco ao todo) continuam abertas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis e Goiânia. 

Indian Scout 2017
De janeiro a maio foram emplacadas no Brasil 158 motocicletas da marca. A mais acessível (e também a mais vendida no País) é a Scout, com motor de 1133 cc e preço sugerido de R$ R$ 49.990. A topo de linha Roadmaster, com 1800 cc, sai por R$ 104.990.

As Indian são produzidas em Manaus na linha de montagem da Dafra.

GPS: Versão 17.06 do Projeto Tracksource disponível


A versão 17.06 dos mapas do Brasil para GPS está disponível no site do Projeto Tracksource.

http://www.tracksource.org.br/desenv/tabela_mapsets.php

Não se esqueça de fazer uma contribuição financeira para o Projeto.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Um Comandante e seu navio

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Este vídeo mostra uma série de imagens no mínimo inéditas: o Capitão Kevin Oprey, comandante do transatlântico britânico "Queen Mary 2", no bulbo de proa do seu navio.

O bulbo de proa do "Queen Mary", em foto feita com o
navio no dique seco.
O Comandante Oprey é formado pela Academia Marítima de Warsash, parte da Universidade de Southampton, Inglaterra, tendo servido em navios de cruzeiro desde 1998. A partir de 2008 assumiu como comandante efetivo do "Queen Mary 2".

Capt. Kevin Oprey e os oficiais superiores do "Queen Mary 2", durante a
visita de Princesa Anne, irmã da rainha Elizabeth II.
O "Queen Mary 2" é o navio capitanea da Cunard Line, empresa de navegação fundada em 1840 e que teve em sua frota navios mundialmente conhecidos como o "Aquitania", o "Queen Mary", o "Queen Elizabeth" e o "Queen Elizabeth 2".

S/S "Aquitania", 45.000 t, construído em 1914
RMS "Queen Mary", 80.750 t, construído em 1936
RMS "Queen Elizabeth", 83.650 t, construído em 1939
RMS "Queen Elizabeth 2", 70.300 t, construído em 1969 e desativado em 2008
RMS "Queen Mary 2", 151.400 t, construído em 2004.
O novo "Queen Elizabeth", 90.900 t, construído em 2010
O "Queen Mary 2" foi construído no estaleiro Chantiers de l'Atlantique, em Saint-Nazaire, França, ao custo de US$900 milhões. Entrou em serviço em 2004.

Principais características do "Queen Mary 2":
  • Tipo: Transatlântico
  • Tonelagem bruta: 151.400
  • Comprimento: 345 m
  • Boca: 45 m
  • Calado: 10,3 m
  • Conveses: 18, sendo 14 para acomodação de passageiros
  • Máquinas: 4 motores Wartsila de 16 cilindros e 22.850 HP cada, acionando 2 geradores GE de 25.060 kW, cada.
  • Propulsão: 4 motores Rolls-Royce/Alstom elétricos, sendo 2 fixos e 2 azimutais.

Motores elétricos de propulsão, instalados no "Queen Mary 2)
  • Velocidade padrão: 30 nós (56 km/h).
  • Capacidade: 2.695 passageiros.
  • Tripulação: 1.253 oficiais, marinheiros e tripulação de hotelaria.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Gentleman's Manhattan


Um dos meus drinques preferidos é o Jack Daniel's Manhattan, como originalmente preparado em New York desde a primeira metade do século passado.

Mas esta receita, usando o Gentleman Jack, é perfeita:

Ingredientes:
  • 2 doses de Gentleman Jack
  • 1/2 dose de vermuth doce
  • 1/2 dose de vermuth seco
  • 2 espirradas de amargo (eu prefiro Angostura, mas pode ser qualquer amargo) 
Misture, coloque numa taça gelada e ornamente com uma cereja ao Maraschino ou uma casca de limão retorcida.

Assim ou com uma pedra de gelo (meu preferido).

Cheers!!!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Harley-Davidson: soft recall das CVO Softail Breakout 2014

CVO Softail Breakout 2014
A Harley-Davidson Motor Company divulgou uma Nova Campanha de Produto (soft recall) para a realização de uma atualização do software do ECM (Módulo de Controle do Motor) que oferece melhora no acionamento e desempenho da partida do motor 110 cu.in.  (1802 cm³) em todas as condições de temperatura. Essa campanha afeta trinta unidades do modelo CVO Softail Breakout (FXSBSE) 2014, comercializadas no Brasil.

Diferente de uma Campanha de Recall, que visa a correção de um problema que eventualmente pode vir a causar um acidente ‒ colocando em risco a vida do motociclista e/ou de terceiros ‒ uma CAMPANHA DE PRODUTO tem por objetivo corrigir um eventual problema de qualidade que afete a imagem da marca ou que esteja causando algum tipo de desconforto ao cliente.

Como uma campanha de produto é uma decisão voluntária da montadora, sem nenhuma relação direta com a legislação pertinente, a H-D Brasil não é obrigada a divulgar tal campanha através dos meios de comunicação de massa e nem é obrigada por lei a contatar seus clientes para a realização destes reparos. A Motor Company estipulou um PRAZO DE VALIDADE  para esta campanha que se estenderá até o dia 4 de maio de 2019.

As concessionárias Harley-Davidson farão contato direto com os proprietários das CVO Softail Breakout afetadas, para o agendamento do serviço.

Petrobras reduz preço da gasolina


A Petrobras reduziu o preço da gasolina nas refinarias em 2,3% e o do diesel, em 5,8%.

Se a medida for integralmente repassada para o consumidor, haverá uma diminuição de R$ 0,03 por litro de gasolina

“A decisão reflete as variações recentes nos preços internacionais do petróleo que, depois de flutuar ao redor de 50 dólares por barril, registrou queda sucessiva estando abaixo de 46 dólares por barril atualmente”, disse a empresa.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Harley-Davidson: recall atinge 57.138 motocicletas Touring


A chamada técnica (recall) da Harley-Davidson para as motocicletas Touring 2017 aumentou para 57.138 motocicletas (originalmente eram 45.589).

E atingem, também, motocicletas enviadas para fora dos Estados Unidos.

Do total, 11.539 motocicletas afetadas foram identificadas como exportadas para outros países. A Motor Company não divulgou quais países receberam as motocicletas em risco.

Veja a postagem original, aqui.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Olá, eu sou o OUTUBRO ROSA CURITIBA


Olá, sou o OUTUBRO ROSA CURITIBA, a partir de agora é pela sua voz que tomo Forma e Vida. 

Toda vez que você ler “me sinto parte”, nesse momento, cumpri meu papel, ou seja, fui incorporado ao seu Chapter, Grupo de Amigos e Família. 

Então:

Que a boa estrada me carregue, me sinto parte do HOG Porto Alegre;
A primeira é pra baixo e o resto pra riba, me sinto parte do HOG Floripa;
Sem você, não sei o que seria de mim amanhã, sou Road Captain do HOG The One;
A Harley Londrina é de tirar o chapéu, me sinto parte do HOG Red Wheel;

Amor esse que nunca acaba, me sinto parte do HOG ABA;
Não acaba e nem vai acabar, me sinto amigo dos proprietários de Harley da Autostar;
E falo isso por todos os cantos, me sinto parte do HOG Santos;
Pelos prados verdejantes; me sinto parte do HOG Tennessee Bandeirantes; 
Emoção ao rever amigos e amigas, me sinto parte do HOG Tennessee Campinas;
Pela estrada da vida a parceria que faltava, me sinto parte do HOG Sorocaba;
Pelas fotos não há como dizer não, me sinto parte do HOG Ribeirão;
Acontece no mês 10 mas planejamos desde o mês primeiro, me sinto parte do HOG Rio de Janeiro; 
Simpatia maior não há, me sinto parte do HOG BH,
Juntos sempre no HOG Rally a amizade não é simplória, me sinto parte do HOG Vitória;

Essa vida é mesmo uma Maravilha, me sinto parte do HOG Brasília,
Com tanta alegria agente não se acanha, me sinto parte do HOG Goiânia;
Amor maior não Há, me sinto parte do HOG Cuiabá:
Brasil continental de dimensão gigante, me sinto parte do HOG Campo Grande;

Terra abençoada por Deus e com muita alegria, me sinto parte do HOG Bahia;
Porque no nordeste só existe beleza, me sinto parte do HOG New Road Fortaleza;
Nessa terra de Coronel Police e Sheriff, me sinto parte do HOG Recife; 

Aos que rodam sozinhos, não há solidão, me sinto Harleyro irmão;
Do Chuí à zona franca, da lama ao caos, meu coração nasceu na fábrica da Harley em Manaus
E porque não falar me sinto parte do Omertá,
Grupo seleto que ajuda quem pode, agradeço de coração o Bode; 
“Bonito” é a amizade dos Harleyros de Maringá
Portanto Mão na Bomba que as Ladies of The Road esperam ansiosas,
Estão abertas as inscrições para o próximo Outubro Rosa.


Assinado,

Wilson Roque
Rosangela Tarnovski Roque
Nossa inscrição é a número 25.

Veja também: Programação

domingo, 4 de junho de 2017

Hot Dogs, Hydra-Glide e Willie G.

Wienermobile original
Em 1958, a companhia Oscar Mayer, maior fabricante de salsichas para cachorro-quente dos EUA, lançou um veículo que se tornou o símbolo da empresa: o Wienermobile. A coisa ficou tão popular que até o final dos anos 1980 eles construíram mais nove unidades.

Wienermobile atual
O nome do designer?  Clifford Brooks Stevens.
E o que ele tem a ver com a Harley-Davidson Hydra-Glide e com o famoso Willie G.?

Bom, Brooks Stevens foi um projetista e desenhista industrial que tem em seu portfólio projetos importantes, de móveis a automóveis, passando por eletro-domésticos, motocicletas e marcas de grandes empresas americanas. 


Studebaker GT 1962. Projeto de Brooks Stevens.

Jeep Grand Wagoneer 1962, também projetado por Brooks Stevens.
Nascido em  Milwaukee, Wisconsin, em 1911, contraiu poliomielite quando criança. Confinado em sua cama, foi encorajado por ser pai a fazer desenhos para passar o tempo. Esta prática definiu sua carreira como designer. Formado em arquitetura pela Cornell University em 1933, abriu seu escritório de projetos mobiliários em 1934 na sua cidade natal.

Já em 1935 ele desenhou a logomarca da cervejaria Miller Brewing, que é usada até hoje pela Miller.


Já em 1941 ele havia criado o protótipo do primeiro snowmobile, o veículo de uso na neve que continua a ser usado até hoje. Em 1942 projetou um carro de três rodas, a motoneta Globester em 1947 e o motor de popa Envirude Sportwein em 1949, além dos medalhões  dos tanques das motocicletas Harley-Davidson, começando com a Hydra-Glide.

Patente dos medalhões para tanque de gasolina
de motocicletas, 1948
1949 Harley-Davidson Hydra Glide
Quando Willie G. Davidson se formou em Desenho Industrial na Universidade da Califórnia-Los Angeles, seu primeiro emprego foi no escritório de desenho industrial de Brooks Stevens, em Milwaukee.

Em seu livro “100 Years of Harley-Davidson,” Willie G. conta que sua carreira teve um início muito importante, trabalhando na Brooks Stevens Industrial Design em projetos de todo tipo; de móveis a motores de lanchas de recreio, incluindo automóveis Studebaker e Willys.

Em 1963, Willie G. saiu da Brooks Stevens e ingressou na Harley-Davidson, eventualmente sendo o responsável pelo Departamento de Projetos da Motor Company até sua aposentadoria.

O resto, como se diz, é história.